- Vitória, ES 23°C

Vitória 23°C

Publicidade: Combate os sintomas da gripe
ELEIÇÕES 2022

Ministro garante votação segura

Ele disse que 500 mil agentes de segurança, entre policiais civis, militares e federais, estarão prontos para garantir a tranquilidade

Ministro garante votação segura
- Anderson Torres: “Na verdade, não estamos indo para uma guerra, estamos indo para eleição”
Foto de perfil de

Redação Jornal A Tribuna

Reportagens produzidas pela equipe de jornalistas da Rede Tribuna, publicadas no jornal A Tribuna.

Última atualização

 













|













Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:



 

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, disse ontem  que as eleições de hoje serão “seguras”. 

Em entrevista coletiva, o ministro do presidente Jair Bolsonaro informou que 500 mil agentes de segurança, entre policiais civis, militares e federais, estarão prontos para garantir a tranquilidade do pleito.

“No domingo (hoje), nós vamos ter eleições seguras. A segurança nós vamos dar à população brasileira, para que o povo possa exercer o seu direito de votar e de livre transitar nas ruas do nosso país. O Ministério da Justiça e Segurança Pública vai coordenar por meio da Secretaria de Operações Integradas essa operação”.

Questionado sobre a regra que impede o porte de arma no dia da eleição, a não ser de agentes trabalhando, Anderson Torres disse que não há problema e que a eleição não é “uma guerra”.

“O planejamento está pronto muito antes dessa proibição. Isso não altera em absolutamente nada o  nosso trabalho. Não tenho como fazer previsão de confronto. Na verdade, não estamos indo para uma guerra, estamos indo para eleição”, argumentou.

“É uma regra muito difícil de ser cumprida. Acho que antes de se criar regras e dificuldades, temos que ter muito cuidado. Imagine cumprir isso em mais de 90 mil pontos de votação. Enfim, estaremos atentos a isso”, completou. 

O ministro  disse também que “se houver uma crise”, as forças de segurança dos estados “responderão à altura para evitar qualquer tipo de violência”.

Desde segunda-feira, a pasta contabilizou 34 prisões no País relacionadas a crimes eleitorais. Também foram apreendidos R$ 3 milhões. 

Hoje, o ministério centralizará as informações sobre detidos por propaganda irregular, boca de urna, compra de votos e outras práticas vedadas pela legislação eleitoral.

Questionado sobre a estratégia para garantir a votação em áreas de milícia e tráfico de drogas, Anderson Torres afirmou que recebeu dos estados um mapeamento de áreas sensíveis. 

Ele ressaltou, porém, que caberá aos estados garantir a votação em locais dominados por criminosos. “Nós centralizamos as informações” disse o ministro. 

Mais Lidas

Ver tudo ›