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VANDALISMO EM BRASÍLIA

Radicais invadem o Palácio do Planalto, o STF e o Congresso Nacional

Após a invasão, os manifestantes avançaram para a Praça dos Três Poderes, onde houve confronto

Radicais invadem o Palácio do Planalto, o STF e o Congresso Nacional
- Imagens mostram a invasão em Brasília
Foto de perfil de Agência Folhapress

Agência Folhapress

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Última atualização

Manifestantes apoiadores do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, invadiram as instalações  do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal. Com pedidos antidemocráticos, eles invadiram a Esplanada dos Ministérios na tarde deste domingo (8), e entraram em confronto com a PM.

 
















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A Polícia Militar lançou bombas de efeito moral contra os integrantes do ato violento dos apoiadores de Jair Bolsonaro (PL), com a repetição de atos de vandalismo em Brasília.

Um grupo centenas de manifestantes, vindo do acampamento diante do Quartel-General do Exército, chegou à Esplanada e se concentrou em frente ao Ministério da Justiça.

Uma parte invadiu a parte superior e a área interna do Congresso e, em seguida, os manifestantes avançaram para a Praça dos Três Poderes, onde houve confronto, e se dirigiram ao Palácio do Planalto, onde entraram em uma parte do complexo e perduraram bandeira do Brasil em uma janela.

 
















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Em seguida, se dirigiram ao STF, onde alcançaram uma área de segurança.

O presidente Lula (PT) não está em Brasília neste final de semana -viajou para São Paulo e visitava Araraquara, no interior paulista, para acompanhar vítimas das chuvas.

Em Brasília, em reação às bombas, manifestantes soltaram fogos de artifício. No confronto, atiraram grades de ferro e outros objetos contra os policiais, que tiveram carros quebrados.

O governo Lula prometia desmobilizar os acampamentos montados por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro em frente ao quartel-general do Exército, em Brasília.

Na última quarta-feira (4), o ministro da Justiça, Flávio Dino, havia afirmado que “até sexta-feira”, 6 de janeiro, as mobilizações antidemocráticas seriam resolvidas.

“A condução que eu tenho com o [José] Múcio [ministro da Defesa] é de que estará resolvido até sexta”, disse.

No entanto, o que se viu foi o oposto. Além de não ter conseguido expulsar os manifestantes, o governo teve que acionar a Força Nacional para reforçar a segurança da Esplanada dos Ministérios.

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