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Saúde

Quatro pessoas já morreram vítimas de dengue em 2026

Estado não vive epidemia; casos suspeitos caem mais de 50% ante 2025. Há oito óbitos em investigação e 37 descartados, segundo a Sesa

Quatro pessoas já morreram vítimas de dengue em 2026
- Mesmo com queda nos casos, a dengue já causou quatro mortes no Espírito Santo em 2026
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Fernanda Coutinho

Fernanda Coutinho é jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em 2007, e tem aproximadamente 20 anos de experiência na profissão. É repórter multimídia das editorias de Cidades e Polícia do Jornal A Tribuna, com reportagens também publicadas no portal Tribuna On-line. Escreve reportagens especiais semanais para a editoria de Polícia do Jornal A Tribuna. Tem experiências com apresentações de podcasts e videocasts, além da participação ao vivo em telejornais da TV Tribuna, em colaboração com apresentadores, em casos de repercussão. Na função de redatora, atuou por 9 anos em editorias como Polícia, Cidades, Economia e Política do jornal impresso.

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Mesmo com a redução no número de casos de dengue em relação aos últimos anos, a doença já provocou quatro mortes confirmadas no Espírito Santo em 2026.

Os óbitos ocorreram em Vitória, Jerônimo Monteiro, Baixo Guandu e Nova Venécia.

Além disso, outras oito mortes seguem em investigação pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), enquanto 37 casos suspeitos já foram descartados.

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De acordo com João Paulo Cola, referência técnica das Arboviroses do Núcleo Especial de Vigilância Epidemiológica da Sesa, o Espíriso Santo não enfrenta um cenário de epidemia neste ano e registra uma queda superior a 50% nos casos suspeitos em comparação ao ano passado.

“A redução é atribuída, principalmente, ao fim de dois anos consecutivos de epidemia, em 2023 e 2024, e ao aumento da imunidade da população após infecções anteriores”.

Apesar do cenário mais favorável, Cola reforça que a dengue continua sendo uma doença endêmica no Espírito Santo e pode evoluir para formas graves, inclusive fatais. “Mesmo em períodos de baixa, a gente tem casos acontecendo e também risco de óbito”.

Segundo ele, os quatro óbitos confirmados neste ano envolveram três adultos jovens, na faixa dos 20 aos 30 anos, e um idoso.


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