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Tratamento inovador para pacientes no Sul do Espírito Santo

Hospital em Jerônimo Monteiro conta com 20 leitos para cirurgia vascular e acompanhamento do pé diabético

Tratamento inovador para pacientes no Sul do Espírito Santo
- Hospital Estadual de Jerônimo Monteiro: proposta combina intervenções precoces, enxertos autólogos e atuação multidisciplinar
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Clóvis Rangel

Clóvis Rangel é publicitário e jornalista formado pela Faculdade Pitágoras. Pós-graduado em Redes Sociais e em Sociologia, atua como especialista na editoria de variedades. É repórter do jornal A Tribuna e do portal Tribuna Online, além de professor de Marketing.

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O Hospital Estadual de Jerônimo Monteiro, no Sul do Estado, abriu uma nova frente de atendimento especializada no tratamento do pé diabético, incorporando estratégias modernas de salvamento de membros associadas a terapias regenerativas.

Com 20 leitos voltados à cirurgia vascular e acompanhamento ambulatorial permanente, o serviço tem capacidade para atender cerca de mil pacientes por ano.

A proposta combina intervenções precoces, enxertos autólogos e atuação multidisciplinar, ampliando as chances de cicatrização, preservação do membro e redução de amputações.

A região já possui experiência consolidada no cuidado de pacientes diabéticos. A Unidade Integrada Jerônimo Monteiro é referência regional no tratamento do diabetes, especialmente no manejo do pé diabético.

A estrutura permite atendimento de média complexidade, integrando internação, cirurgias e acompanhamento ambulatorial. A unidade atua em parceria com hospitais de referência em Cachoeiro, fortalecendo a rede regional de cuidado vascular e oferecendo suporte a casos complexos.

Nos primeiros atendimentos com a nova abordagem, três pacientes com indicação formal de amputação maior foram submetidos a procedimentos com enxerto autólogo aplicado em feridas complexas. As cirurgias foram bem-sucedidas e evitaram a perda dos membros inferiores.

“Estamos mudando o paradigma no tratamento do pé diabético no Sul do Estado. A intervenção precoce, associada às terapias regenerativas, permite evitar amputações maiores, que carregam uma mortalidade em cinco anos que pode ultrapassar 50% nesses pacientes”, disse Eliud Garcia Duarte Junior, presidente da Cooperativa dos Angiologistas e Cirurgiões Vasculares do Estado e coordenador do Serviço de Cirurgia Vascular.

Para o médico clínico geral Fernando Videira, a nova frente de atendimento representa avanço importante para a região Sul.

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