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Polícia

Casal do ES é preso suspeito de repassar dados do CACs para facção criminosa de SP

Suspeitos anunciavam armas de fogo em um site falso, onde compradores, entre eles policiais, preenchiam seus dados que eram repassados para o PCC

Casal do ES é preso suspeito de repassar dados do CACs para facção criminosa de SP
- Suspeito já havia sido preso em 2024, pelos crimes de estelionato e associação à organização criminosa
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Layna Cruz

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, é repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Já atuou no Tribunal de Justiça do Espírito Santo e no Senac-ES. Curiosa sobre tudo o que envolve comunicação e jornalismo, possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, comunicação institucional, cobertura de eventos, mídias sociais, fotografia e produção de vídeos e podcasts.

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Um casal suspeito de fraudar registros de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CACs) e repassar dados de policiais para integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC), foi preso em Vista da Serra II, na Serra, nesta terça-feira (20). Suspeitos aplicavam golpes em site falso de venda de arma de fogo.

Segundo o chefe do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa, delegado Fabrício Dutra, o casal anunciava armas de fogo em um site falso, onde compradores, entre eles policiais, preenchiam seus dados que eram repassados pelos suspeitos para a facção criminosa. Além disso, os suspeitos também são investigados por lavagem de dinheiro contínua, inclusive com o uso de criptomoedas. 

Durante a ação, que contou com o apoio da delegacia de Homicídios de São Paulo, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão. De acordo com as investigações, os suspeitos, que agiam como braço da organização criminosa, colaboravam para que o PCC, oriundo de São Paulo, se instalasse no Espírito Santo. 

A delegada Gabriela Enes explicou que o suspeito, 32 anos, detido já havia sido preso em 2024, pelos crimes de estelionato e associação à organização criminosa, e, após ser solto, retornou à mesma prática criminosa, em que os golpes por meio do site eram aplicados e o dinheiro proveniente da venda de armas falsas era repassado para a facção. 




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