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Família acredita que jovem foi morto para ser roubado na Serra

Genilson Lima foi encontrado morto dentro de uma chácara. Foto: Acervo da família A família do jovem Genilson Ferreira de Lima, de 24 anos, que foi ...

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Genilson Genilson Lima foi encontrado morto dentro de uma chácara. Foto: Acervo da família

A família do jovem Genilson Ferreira de Lima, de 24 anos, que foi encontrado morto dentro de uma chácara na manhã de quinta-feira (25), em Jardim Limoeiro, na Serra, foi até o Departamento Médico Legal (DML), na manhã desta sexta )(26) para reconhecer o corpo. Eles acreditam que o jovem foi vítima de latrocínio (roubo com morte) e que estava desaparecido desde o dia 19 de agosto.

Segundo um cunhado da vítima, um pedreiro de 36 anos, Genilson morava em Novo Horizonte, no mesmo município. “Ele veio para o Estado para trabalhar há três anos. Estava trabalhando como operador de máquinas em uma empresa mas foi mandado embora recentemente. Na quarta-feira da semana passada (17), ele recebeu cerca de R$ 6 mil de rescisão de contrato”, declarou o cunhado.

Ele afirmou ainda que Genilson entregou parte do dinheiro para o irmão guardar. “Ele ficou com uns R$ 3 mil, mas como ele não tinha conta em banco, a gente acredita que o dinheiro estava com ele, pois não encontramos no apartamento onde ele morava”, frisou o cunhado.

Ainda de acordo com o cunhado, a última vez que Genilson foi visto foi no dia 19. “Ele desceu do apartamento para fumar e não voltou mais. Ficamos preocupados, ligamos, mas ele não atendeu. Então colocamos a foto dele nas redes sociais. Mas não imaginava que ele fosse ser encontrado morto, foi um choque para todos”.

O cunhado acredita que Genilson tenha sido vítima de um roubo. “Eu acho que levaram ele lá para aquela chácara para roubar e matar ele, não tem outra explicação. Ele era uma pessoa muito querida, tinha muitos amigos. Ele também não tinha envolvimento com coisa errada”.

O pedreiro revelou que a mãe de Genilson morreu na última terça-feira (23), em Teixeira de Freitas, na Bahia (BA). “Ela já estava internada por conta de um AVC. Morreu sem saber o que aconteceu com o filho e ele também morreu sem saber o que aconteceu com ela. Minha mulher, irmã dele, está na Bahia para o velório e só quando voltar vai poder liberar o corpo”, destacou.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Crimes Contra a Vida (DCCV) da Serra.

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