Sem medalha na Olimpíada, o futebol feminino pode ficar sem um seleção permanente, conforme defendem alguns dirigentes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A informação é da coluna Bastidores F.C., do site Globo Esporte, após conversa com um dos chefes da entidade.
Segundo a fonte, que não foi identificada, a tendência é que se mantenha apenas o trabalho de monitoramento de atletas. O dirigente ouvido pela coluna disse que, apesar dos esforços, “o futebol feminino não pega” no Brasil.
Uma das esperanças é que a Federação Internacional de Futebol (Fifa) tem como uma das suas bandeiras o desenvolvimento do futebol feminino – e dá alguns recursos à CBF com esse fim.
O novo presidente, Gianni Infantino, promoveu a entrada de mais mulheres no Conselho e deu a uma mulher a secretaria-geral, o segundo cargo na hierarquia da Fifa. Com isso, a extinção do modelo de seleção permanente no Brasil pode não inspirar muita simpatia internacional.