
O deputado afastado (PMDB-RJ) está produzindo um dossiê sobre todos os políticos que teria ajudado durante o período em que esteve na presidência da Câmara. Prestes a ser julgado no plenário da Casa, o peemedebista pretende usar a vasta pilha de documentos em uma possível delação premiada à Justiça.
Por meio de sua assessoria, Cunha negou a organização do dossiê. Deputados, no entanto, relatam que o peemedebista está coletando informações sobre financiamento de campanhas e já teria uma “pilha” de documentos que indicam distribuição de cargos e empréstimos.
Com a previsão de que o processo por quebra de decoro parlamentar seja analisado ainda neste mês, Cunha deve decidir se adere à delação somente após obter o resultado da votação da cassação no plenário da Câmara. Parlamentares próximos ao deputado acreditam que dificilmente ele reverterá a situação e defendem que o peemedebista renuncie ao mandato.