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Xodó da ginástica

Flávia Saraiva. Foto: RICARDO BUFOLIN/CBG. “Flavinha, Flavinha, Flavinha!”. Os gritos dos voluntários presentes nos treinos da ginástica artística ...

Última atualização

Foto: RICARDO BUFOLIN/CBG. Flávia Saraiva. Foto: RICARDO BUFOLIN/CBG.

“Flavinha, Flavinha, Flavinha!”. Os gritos dos voluntários presentes nos treinos da ginástica  artística sempre têm um alvo na seleção feminina: Flávia Saraiva. Com 1,34m de altura, a pequena ginasta se agiganta dentro do tablado, com piruetas perfeitas, e é a maior esperança de medalhas da equipe feminina do Brasil.

No treino de pódio — uma espécie de ensaio geral para a Olimpíada —, a medalhista de bronze no individual no Pan de Toronto/2015 foi o grande destaque, ontem, com ótimas apresentações, especialmente na trave de equilíbrio e no solo, aparelhos nos quais quase não errou.

Um bom prenúncio para a seleção. Isso porque as meninas competem no próximo domingo na fase classificatória, que vai definir oito equipes finalistas, além das 24 representantes nas finais do individual geral e as oito em cada aparelho. E a seleção  brasileira conta muito com a ginasta de 16 anos.

Apesar de nunca ter ido a uma Olimpíada, a baixinha Flavinha se comporta como uma veterana em casa e explica o porquê em entrevista à reportagem de A Tribuna logo depois do treinamento da tarde de ontem.

A TRIBUNA — Já está parecendo uma veterana nos treinos…

FLÁVIA SARAIVA — (Risos) Eu gostei muito de todos os aparelhos que eu apresentei, sem exceção, acho que fui bem nas passadas que fiz e me senti muito confiante mesmo. Estou feliz.

> Como você consegue, tão nova, lidar com tanto assédio?

Eu não sei… Eu fico normal, acho que ser reconhecida nas ruas e ser chamada pelo nome é natural, porque é resultado do meu trabalho, então eu fico sempre muito tranquila.

> Qual a importância de ter uma atleta experiente, como a Daniele Hypolito, ao seu lado na equipe brasileira?

Tem uma importância muito grande porque elas já competiram, já sabem como é. Então, elas explicam o que a gente pode fazer, o que não pode. Isso ajuda muito.

 

Por Eduardo Fernandes

Confira a íntegra da reportagem do Jornal A Tribuna

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