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Dez erros que as mulheres cometem na hora da paquera

Pamela Domingos, 23 anos, estudante - Foto: Antonio Cosme A mulherada tem se destacado não só no campo profissional mas, também, na paquera. Ficou ...

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Pamela Domingos 23 anos, estudante - Foto: Antonio Cosme Pamela Domingos, 23 anos, estudante – Foto: Antonio Cosme

A mulherada tem se destacado não só no campo profissional mas, também, na paquera. Ficou para trás aquela história de esperar pela iniciativa masculina para sair do zero a zero na balada. Elas têm partido para cima e, no jogo da conquista, definido o placar.

Mas com pontuação garantida para elas? Nem sempre. Mas quais são seus principais erros? O Jornal A Tribuna buscou especialistas na área de comportamento e sedução que apontaram os pecados femininos. Desconhecer o perfil do pretendente é o mais grave.

“Elas devem se preparar para investir. O jogo da sedução exige estratégia. Você não pode chegar em um rapaz tímido da mesma maneira que aborda um garotão ‘saidinho’. Se a escolha for um homem mais velho, muito difícil encontrá-lo na balada eletrônica”, afirma a sensual coach Fátima Moura.

E a coach de relacionamentos Cátia Damasceno vai além: “Independente da personalidade, eles são
seres visuais e sensitivos. Toques singelos nas mãos e ombros dele, mexidas no cabelo e olhares mais
longos e intensos fazem uma diferença impressionante!”, garante.

“Minha técnica para me aproximar dos garotos na balada é dançar bem perto, trocar olhares e dar uma sensualizada. Mas, certa vez, essa minha estratégia me deixou na mão. O rapaz, que havia entendido minha intenção, arrumou uma maneira de me avisar que era comprometido, apesar de estar desacompanhado na noite. Tomei um toco! (Risos) Fiquei sem graça, com raiva até, mas não me fez perder a noite”, conta a estudante Pamela Domingos, 23.

Karol Falcão, 19 anos, modelo - Foto: Antonio Cosme Karol Falcão, 19 anos, modelo – Foto: Antonio Cosme

A coach de relacionamentos Cátia Damasceno frisa que até mesmo as análises prévias podem dar errado, o que não indica o fim da noite. “A dica é continuar segura, confiante”.

“Vejo que muitas mulheres estão partindo para cima e encaram com naturalidade, apesar de eu não concordar. Para mim, o homem ainda deve tomar a atitude na hora da conquista, sou meio à moda antiga. Mas é lógico que, quando estou a fim de alguém, fico olhando, não economizo nos olhares fatais. (Risos) Lanço, sim, aquele ‘olhar 43’, dou uma mexida no cabelo. Mas é meu máximo. Faço a linha mais discreta”, diz a modelo Karol Falcão, de 19.

E a estratégia usada por Karol é aprovada pela coach de relacionamentos Cátia Damasceno. “A mulher tem que valorizar seus pontos fortes, suas características mais marcantes, como o olhar”.

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Reportagem de Deborah Hemerly

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