
Oito radiopatrulhas, oito motos, 60 pistolas calibre 380, 60 coletes, 4 mil munições, 60 cintos de guarnição, 60 cassetetes, 60 algemas e 120 uniformes.
Esses equipamentos custaram R$ 1,2 milhão aos cofres da Prefeitura da Serra para equipar a Guarda
Armada, mas não são utilizados.
Uma briga política entre a Câmara de Vereadores e a prefeitura impediu a nomeação dos aprovados no concurso da Guarda, e os agentes de segurança só serão nomeados em 2 de janeiro de 2017, para ajudar no combate à violência na Serra.
Leia a reportagem na íntegra na edição desta quarta-feira (9) do Jornal A Tribuna.