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Estado vai contratar 11 mil professores e pedagogos

Secretaria de Estado de Educação (Sedu). Foto: Divulgação/Governo do Estado O governo do Estado, por meio da Secretaria da Educação (Sedu), anunciou ...

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Secretaria de Estado de Educação (Sedu). Foto: Divulgação/Governo do Estado Secretaria de Estado de Educação (Sedu). Foto: Divulgação/Governo do Estado

O governo do Estado, por meio da Secretaria da Educação (Sedu), anunciou novo processo seletivo para contratar professores e pedagogos, com salários que vão de R$ 1.982,55 a R$ 6.256,65. Ao todo, são 11 mil vagas temporárias que serão abertas.

O edital que, está previsto para ser publicado na sexta-feira, 14, visa a formação de cadastro de reserva, para suprir as demandas da rede estadual nos 78 municípios do Espírito Santo. As chances são para professores de todas as disciplinas (Artes, Biologia/ Ciências, Educação Física, Filosofia, Física, Geografia, História, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Matemática, Química e Sociologia). Os salários vão de R$ 1.982,55 a R$ 3.554,92, para 25 horas semanais, e de R $ 3.489,29 a R$ 6.256,65, para 44 horas semanais.

Os interessados poderão se inscrever a partir da próxima semana até o dia 31 deste mês pelo site www.selecao.es.gov.br. A taxa de participação será de R$ 35.

Segundo o secretário de Estado da Educação, Haroldo Rocha, o processo de avaliação é novo. “Os candidatos terão que passar por três etapas de seleção. A primeira será de inscrição pela internet e declaração de títulos, seguida por prova objetiva, que será aplicada em novembro, e comprovação de títulos”, disse. “Por isso, é importante que o candidato estude o edital com muito zelo, pois, mesmo sendo um processo seletivo a seleção terá o rigor de um concurso público”. Segundo Rocha, a seleção mais criteriosa é uma maneira de zelar pela ética e reduzir o uso de certificados falsos.

A organização do processo seletivo ficará por conta da Escola de Serviço Público do Estado do Espírito Santo (ESESP). A previsão é de que as contratações dos aprovados aconteçam em janeiro do ano que vem, para que em fevereiro os novos profissionais possam dar início as atividades do ano letivo de 2017.

O contrato de trabalho será de 24 meses, podendo ser prorrogado uma vez por igual período. Ou seja, os profissionais podem ficar até quatro anos como funcionários do Estado. Nesse modelo, o secretário de Educação afirma que a rede estadual ganha em continuidade de trabalho, bem como o professor que terá mais estabilidade.

Jéssica Romanha

Confira a reportagem completa no Jornal A Tribuna desta quarta

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