
os dizeres “tem que morrer”. Foto: Edson Sodré
Um pedreiro, de 39 anos, foi preso na manhã de ontem, em São Mateus, Norte do Estado, após confessar que abusou sexualmente da própria filha, de 16 anos. Ela está grávida de 5 meses do próprio pai.
O delegado de plantão José Eustáquio, que atendeu o caso, disse que os estupros aconteciam dentro de casa e que “o pai dopava a filha com suco de maracujá e remédios para cometer os abusos”.
A Polícia Civil chegou até o acusado após a mulher dele desconfiar dos abusos e procurar o Ministério Público. Em depoimento, a mulher contou que, diante da desconfiança, decidiu afastar a filha do pai. Ela não entendia como a filha poderia estar grávida, se não tinha namorado.
Após a denúncia, a polícia prendeu o acusado, que confessou ter abusado sexualmente da filha enquanto ela dormia, mas negou ter dopado a jovem. Disse ainda que o abuso ocorreu “apenas uma vez”.
Segundo o delegado, o pedreiro “foi aos prantos” ao confessar o crime e pediu perdão à filha.
Vizinhos do pedreiro ficaram revoltados com a situação e picharam os dizeres “tem que morrer” na casa do acusado.
O acusado foi autuado pelo crime de estupro de vulnerável e levado para o presídio de Viana.