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Cientista Tatiana Sampaio será homenageada nesta quinta no Palácio Anchieta

Além da pesquisadora, haverá outros homenageados

Tatiana Sampaio, pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é a responsável pela descoberta da polilaminina
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Camila Lima

Jornalista formada pela Faculdade Estácio de Sá de Vitória, atua há 7 anos no jornal A Tribuna. Integrante da editoria de Cidades, tem como principal foco a cobertura de saúde, área na qual construiu sólida experiência em reportagens, entrevistas e coberturas de eventos pelo Brasil. Apresenta o podcast Fala, Doutor, dedicado a levar informação acessível e de qualidade sobre medicina e bem-estar ao público.

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A professora e doutora Tatiana Lobo Coelho de Sampaio, cientista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que se dedica há três décadas à pesquisa da polilaminina – substância que reacendeu a esperança de pacientes com lesões na medula –, vai receber nesta quinta-feira (26), no Palácio Anchieta, uma homenagem por seu trabalho.

O governo do Espírito Santo vai conceder a Tatiana a Comenda Jerônymo Monteiro. A solenidade, a partir das 13h30, será conduzida pelo governador Renato Casagrande. Além da pesquisadora, haverá outros homenageados.

Antes do evento, a agenda da cientista inclui ainda, segundo o secretário de Estado da Saúde, Tyago Hoffmann, um almoço com integrantes do Executivo para alinhar detalhes técnicos da cooperação e discutir os próximos passos para a implementação do estudo em território capixaba.

A polilaminina – proteína da placenta – gerou repercussão em setembro de 2025, após a divulgação de resultados promissores e depoimentos de pacientes que participaram dos testes pré-clínicos.

Entre os pacientes está Bruno Drummond de Freitas, bancário de 31 anos. Ele sofreu um grave acidente de carro em 2018, que causou lesão cervical completa e o deixou sem movimentos. Na época, ele tinha 23 anos. Com autorização da família, o rapaz passou a integrar o estudo acadêmico da UFRJ. Um pouco mais de seis meses após o tratamento, ele voltou a andar. Hoje, o paciente consegue se locomover de forma independente e leva uma vida ativa.



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