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Economia

Executivo da GWM explica escolha pelo ES: “condições espetaculares”

Ricardo Bastos ressaltou que a montadora conta com um projeto de apoio forte do estado, mas escolha teve critérios técnicos

Ricardo Bastos, Diretor de Assuntos Institucionais e Governamentais da GWM Brasil, durante coletiva no Palácio Anchieta
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Vitor Simões

Vitor Simões é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa, com experiência em assessoria de imprensa, produção de reportagens, cobertura de eventos e edição de conteúdo para portais online. Também atua na criação de conteúdo para mídias sociais e possui experiência em rádio.

Última atualização


O projeto de produção da Great Wall Motors (GWM) no Espírito Santo, anunciada nesta terça-feira (24), no Palácio Anchieta, foi definido devido as boas condições comerciais do Estado. A avaliação foi do Diretor de Relações Institucionais da GWM no Brasil, Ricardo Bastos.

Em entrevista ao jornal A Tribuna na agenda, Bastos destacou que o Espírito Santo ofereceu “condições espetaculares” para que o projeto fosse executado na fábrica de Aracruz. “Tudo que foi falado pelo governador e vice-governador mostra que a gente tem o apoio do estado, que é forte, independente de qualquer questão política”, pontuou.

O Executivo da empresa, no entanto, ressaltou que a escolha pela fábrica capixaba teve critério. “A decisão, obviamente, passou por critérios técnicos, muitas análises, questões de competitividade, não é um projeto simples, é um projeto complexo”, afirmou.

Por fim, o Diretor de Relações Institucionais da GWM detalhou que a intenção é ser competitivo a ponto de brigar com a própria matriz chinesa. “O mais importante é que esse projeto venha para o Brasil. A gente quer brigar lá com a nossa matriz”, finalizou.

Produção de 200 mil veículos anuais

A fabricante de veículos elétricos e híbridos importa carros por portos do Estado há três anos. De acordo com a montadora chinesa, a fábrica de Aracruz, no Norte do Espírito Santo, produzirá 200 mil veículos por ano.

As operações começarão no modelo CKD — com veículos desmontados vindos da China para montagem local —, confirmou o diretor de Relações Institucionais da GWM, Ricardo Bastos.

O plano é evoluir para produção completa de todas as peças no local, mas isso exige desenvolver a cadeia de fornecedores regionais, destacou o vice-governador Ricardo Ferraço.

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