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Economia

Mercado de trabalho: cresce a procura por cursos na área do turismo

Turismo ganha força no ES e impulsiona demanda por novas profissões no setor de hotelaria e serviços de alto padrão

Mercado de trabalho: cresce a procura por cursos na área do turismo
- Profissões do turismo ganham destaque e impulsionam novas oportunidades na hotelaria capixaba
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Rodrigo Péret

Formado em Jornalismo pela Faesa em 2017 e atualmente cursando o último período de Direito na Multivix Vitória, Rodrigo Péret está em A Tribuna desde 2019, onde atua como repórter de Política e Economia, ocasionalmente atuando como colunista de Plenário. Paralelamente, colabora para o portal Wrestlemaníacos, especializado em Pro-Wrestling, desde 2011.

Última atualização


A lista divulgada pela Fecomércio-ES conta com duas profissões relacionadas ao turismo dentro das 30 profissões “do futuro”: turismólogo e mordomo de hotelaria, que cresceram 600% e 100%, respectivamente.

Turismólogo é o profissional que planeja, desenvolve e gerencia atividades de turismo para promover destinos, atrair visitantes e fomentar a economia local, integrando aspectos culturais, ambientais e econômicos. Atua em agências de viagens, órgãos públicos, receptivo, hotéis, pousadas, ONGs ou como autônomo.

Já o mordomo de hotelaria é uma espécie de assistente pessoal da confiança dos hóspedes, atuando como um facilitador, antecipando desejos e oferecendo mimos personalizados.

Costuma atuar em hotéis de luxo. Alguns hotéis fornecem serviços de Mordomo por andar, ou por quarto, mas também há aqueles em que só a pedido é que o serviço é fornecido, em troca de um pagamento extra.

Segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Espírito Santo (ABIH-ES), Fernando Otávio Campos, o turismo será alavanca dos empregos no ES agora e no futuro.

Ele explica que o Espírito Santo está atrás de estados concorrentes, como Ceará, Bahia, Alagoas e Pernambuco, cuja proporção de empregados no setor de hotelaria frente aos empregos formais totais gira entre 1% a 2,7%.

“Isso já nos obrigaria a ter hoje entre 10 mil a 25 mil trabalhadores no setor, sendo que hoje são menos de 5 mil. Já falta mão de obra, e precisaremos de muito mais, porque o crescimento precisa ser ainda maior”.


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