
O motivo foi o atual estágio da pandemia que impediu o início da instrução processual, e o retorno do pedetista à prefeitura impediria a efetividade do processo.
“Isso porque o prefeito afastado poderia influenciar testemunhas e afetar a produção de prova documental”, explicou o MP.
Em fevereiro, o órgão propôs ação de improbidade em face do prefeito, de outras seis pessoas e de uma empresa de limpeza urbana em razão de suposta prática de enriquecimento ilícito, lesão ao erário e atentado aos princípios da administração pública.
A reportagem tentou o contato com a assessoria do prefeito, mas não obteve êxito.