
“Meu pé amputou ali na hora, não foi nem no hospital”, disse Bruno, que pratica ciclismo desde os 14 anos de idade. Agora, Bruno não consegue nem andar direito, muito menos fazer o que mais ama: pedalar. Só a prótese para o dia a dia custa pelo menos R$ 15 mil e a prótese voltada para a prática do ciclismo custa R$ 23 mil.
Desde o mês do acidente, Bruno entrou com dois processos no INSS, mas só conseguiu o valor de um salário mínimo, que ainda vai receber no dia 11 de agosto. Pensando nisso, vários amigos que também praticam o esporte deram a ideia para o atleta dar início a uma vaquinha online, um tipo de financiamento coletivo, para conseguir as próteses.

Vencedor de três campeonatos estaduais, o atleta, que trabalhava na Câmara de Vila Velha, tinha dado uma pausa nas competições, mas voltou a treinar para competir cerca de um mês antes do acidente.
“Eu estava voltando a treinar e aconteceu aquilo. Para você ter uma ideia, naquele dia, eu fui a Domingos Martins de bicicleta e voltei para trabalhar”, afirmou o ciclista, que mora no bairro Marcílio de Noronha, em Viana.
Agora, Bruno precisa de ajuda para voltar a treinar e já tem até convites de equipes paraolímpicas de fora do Estado. “Se Deus quiser, eu vou voltar a pedalar e até competir”, garantiu Bruno.
Para contribuir com a vaquinha, CLIQUE AQUI.