
Em resposta a pergunta sobre a saída de Nelson Teich do Ministério da Saúde e as divergências com o presidente Bolsonaro sobre o uso de cloroquina e as restrições a mobilidade, Ryan disse que a coerência das mensagens é difícil para todos os países, principalmente para os grandes e complexos como o Brasil, mas que é importante que eles tentem assegurar a população de que estão seguindo os conhecimentos da ciência.
“Os países que se saíram melhor foram os que mantiveram a coerência em todos os níveis de governo, adotaram mensagens simples e engajaram toda a população em seus esforços”, disse o diretor da OMS.