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Polícia

Auxiliar é esfaqueada por assaltante a caminho do trabalho

Uma auxiliar de perecíveis, de 19 anos, passou por um momento de terror no início da manhã desta terça-feira (26), em Barramares, Vila Velha, quando ...

Vítima estava indo trabalhar por volta das 5 horas

Última atualização

Uma auxiliar de perecíveis, de 19 anos, passou por um momento de terror no início da manhã desta terça-feira (26), em Barramares, Vila Velha, quando foi abordada por um bandido a caminho do trabalho, que a atacou com uma faca e levou o celular.

A agressão aconteceu por volta das 5 horas. A vítima estava indo até o ponto de ônibus, quando percebeu que precisava voltar em casa. “Liguei para meu marido e disse que tinha que buscar uma negócio. Eu estava no celular falando com ele, e quando passei num cruzamento, o suspeito veio de bicicleta”, lembrou a auxiliar, que pediu para não ser identificada.

Segundo ela, o criminoso desceu da bicicleta já partindo para o ataque com a faca. “Ele não falou nada, só veio para cima de mim. Meu óculos caiu e, como não enxergo bem, nem vi que ele estava com a faca. Ele segurou meu braço e começou a me agredir. Me desferiu os golpes e eu nem senti, só tentava me defender”, contou a jovem.

Vítima estava indo trabalhar por volta das 5 horas (Foto: Júlia Afonso)

Depois de esfaquear a auxiliar duas vezes no peito, uma na axila e outra no tórax, o criminoso mandou ela entregar o celular, pegou a bicicleta e fugiu. Foi nesse momento que ela percebeu os ferimentos: “Quando estiquei o braço para entregar o celular vi o sangue. Comecei a ficar desesperada, gritando para que alguém me salvasse”.

Os vizinhos ouviram os gritos e correram para ajudar. Um deles foi um pedreiro, de 52 anos. “Acordei no susto, com uma gritaria. Pensei que fosse briga de casal, mas era ela tentando lutar com o bandido e se defender dos golpes da faca”, relatou, sem se identificar.

O pedreiro levou a vítima de carro até o Pronto Atendimento (PA) da Glória, no mesmo município, onde ela recebeu atendimento.

“Na região tem acontecido muitos assaltos em ponto de ônibus, então eu já estava com medo. Não tenho como deixar de passar ali. Agora fico com ainda mais receio, mas tenho que trabalhar”, desabafou a vítima, que já tinha sofrido uma tentativa de assalto no mesmo local, há dois anos.

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