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Coronavírus

MPES recomenda que igrejas suspendam atividades presenciais em 23 cidades

O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio do procurador-geral de Justiça, Eder Pontes da Silva, recomendou às igrejas que ...

Ministério Público do Espírito Santo (MPES)

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Ministério Público do Espírito Santo (MPES) (Foto: Acervo A Tribuna - 25/06/2013)

O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio do procurador-geral de Justiça, Eder Pontes da Silva, recomendou às igrejas que observem as disposições da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). 

Entre as recomendações está a suspensão de atividades religiosas presenciais nos municípios classificados como de risco alto e de risco moderado em razão da transmissão do novo coronavírus.

Atualmente, 23 cidades do Estado estão com classificação de risco alto ou moderado para contaminação pelo novo coronavírus. A Grande Vitória, Alfredo Chaves e Fundão têm risco alto, segundo o mapa elaborado pelo governo. 

Já outras 16 cidades estão com risco moderado. São elas: Aracruz, Anchieta, Bom Jesus do Norte, Domingos Martins, Guaçuí, Guarapari, Iconha, Ibiraçu, Marataízes, Marechal Floriano, Presidente Kennedy, Rio Novo do Sul, Santa Leopoldina, Santa Teresa, Vargem Alta e Venda Nova do Imigrante.

“A Secretaria também orienta para que sejam evitadas atividades religiosas presenciais nas cidades classificadas como de baixo risco, entre outras providências”, informou o Ministério Público do Estado.

O procurador-geral de Justiça determinou que todos os promotores de Justiça com atribuição na matéria de saúde acompanhem nos municípios o cumprimento das disposições previstas na nota técnica.

O órgao ministerial também informou que, por meio do Núcleo Permanente de Incentivo à Autocomposição de Conflitos (Nupa),  realizou reunião com diversas lideranças religiosas a fim de buscar o consenso para o cumprimento das orientações expedidas pela Secretaria de Saúde.

“Assim, o procurador-geral de Justiça determina ainda a ampla difusão da recomendação aos líderes religiosos e o prosseguimento da mediação com as igrejas realizada pelo Nupa”, informou o MPES.

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