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Ensino médio no Estado é primeiro do país no Ideb

O Espírito Santo ficou em primeiro lugar no ranking geral do ensino médio no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2019. Com índice ...

Ensino médio no Estado é primeiro do país no Ideb
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 (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)O Espírito Santo ficou em primeiro lugar no ranking geral do ensino médio no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2019. Com índice 4,8, o Estado divide a posição com Goiás, que teve a mesma nota.

A diferença entre os estados é que o ES tinha meta de 5,3, que não foi alcançada, e Goiás atingiu a meta individual, que era 4,8.

Nas redes sociais, o governador Renato Casagrande comemorou o índice alcançado.

<blockquote class=”twitter-tweet”><p lang=”pt” dir=”ltr”>O Ensino Médio do ES é 1° lugar no Brasil no Ideb 2019. Nossas escolas estaduais têm a melhor aprendizagem do País. Os bons resultados estão presentes em todo o território capixaba. Ao melhorar a qualidade da rede pública, avançamos na construção de um Estado mais justo. <a href=”https://t.co/R3upKl3D27″>pic.twitter.com/R3upKl3D27</a></p>&mdash; Renato Casagrande (@Casagrande_ES) <a href=”https://twitter.com/Casagrande_ES/status/1305850799621386240?ref_src=twsrc%5Etfw”>September 15, 2020</a></blockquote> <script async src=”https://platform.twitter.com/widgets.js” charset=”utf-8″></script>

Quando avaliados os números da rede estadual de ensino, o Espírito Santo ficou em segundo lugar no país, com índice de 4,6, e teve a maior média do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) em matemática (289,14) e em língua portuguesa (286,95).

Ensino médio registra crescimento histórico no Ideb 2019

Entre 2005 e 2017, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do ensino médio brasileiro cresceu 0,4 pontos, subindo de 3,4 para 3,8 pontos. Já em 2019, o indicador alcançou 4,2 pontos, a maior evolução da edição, após quatro anos de estabilidade. O aumento no indicador do ensino médio aconteceu em função da melhora nas taxas de aprovação e nos resultados da avaliação desta etapa de ensino no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). A etapa conta com 28,8 mil escolas pelo país e a maioria das 7,5 milhões de matrículas se encontra na rede estadual. Apesar do resultado positivo, a meta de 5 pontos prevista para o ano não foi atingida.

Entre as unidades da Federação, os números do ensino médio variaram 1,4 ponto entre os piores e os melhores resultados. Os destaques foram Goiás, único estado a atingir a meta individual, e Espírito Santo. Os dois empataram com as melhores médias do país na etapa: 4,8 pontos. Já Pará e Amapá tiveram os resultados mais baixos, com 3,4 pontos.

Ensino fundamental – Os anos iniciais do ensino fundamental apresentaram leve crescimento no indicador. O Ideb 2019 foi de 5,9 pontos, o que representa um aumento de 0,1 ponto em relação à edição anterior, e segue a tendência de evolução das outras edições, superando a meta prevista de 5,7 pontos. Essa etapa de ensino conta com 15 milhões de alunos e 109 mil escolas. A rede municipal tem uma participação de 67,6% no total de matrículas dos anos iniciais e concentra 83,7% dos alunos da rede pública. Além disso, 19,2% dos alunos dessa etapa frequentam escolas privadas.

Nove unidades da Federação alcançaram Ideb maior ou igual a 6 nos anos iniciais do ensino fundamental. São Paulo teve o melhor desempenho, com 6,7 pontos, seguido por Distrito Federal, Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais, com 6,5 pontos; Ceará, com 6,4 pontos; Goiás, com 6,2 pontos; Espírito Santo, com 6,1 pontos; e Rio Grande do Sul, com 6 pontos. Já o Pará teve o resultado mais baixo, com 4,9 pontos, mas superou sua meta de 4,7 pontos.

Nos anos finais do ensino fundamental, o aumento foi de 0,2 pontos, com resultado final de 4,9 pontos. Apesar da melhora, o índice ficou abaixo da meta de 5,2 pontos em 2019. Essa etapa de ensino possui 61,8 mil escolas e 11,9 milhões de estudantes no Brasil. O estado de São Paulo teve o melhor desempenho, com 5,5 pontos, mas não conseguiu atingir a meta individual de 5,9 pontos. Sete estados conseguiram cumprir seus objetivos: Amazonas, Alagoas, Pernambuco, Piauí, Ceará, Paraná e Goiás. Os resultados mais baixos foram do Amapá, com 4 pontos, e do Pará, do Rio Grande do Norte, de Sergipe e da Bahia, com 4,1 pontos.

Com 4,9 milhões de alunos, a rede estadual tem uma participação de 41,6% no total de matrículas dos anos finais do ensino fundamental, dividindo a responsabilidade do atendimento escolar na rede pública, nessa etapa de ensino, com os municípios. Os alunos que frequentam escolas privadas representam 15,4% do total.

O Ceará foi destaque no percentual de municípios que atingiram a meta do Ideb do ensino fundamental por unidade da Federação: 98,9% nos anos iniciais e 83,7% nos anos finais. Alagoas também teve um bom resultado nos anos iniciais, com alcance de 92,2% dos municípios do estado em relação à meta do índice. Já o Amapá teve apenas 18,8% nos anos iniciais e o Rio de Janeiro, 4,3% nos anos finais.

Ideb

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica foi criado em 2007 para monitorar o desempenho da educação no Brasil. Ele reúne, em um só indicador, os resultados de duas dimensões de qualidade da educação: o fluxo escolar e as médias de desempenho nas avaliações. O índice é calculado a partir dos dados sobre aprovação, obtidos no Censo Escolar, e dos resultados do Saeb.

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