
A vítima estava conversando com amigos em um salão de cabeleireiro, no seu dia de folga. Segundo testemunhas, ele teria ido próximo à pracinha, para fumar, e começou a conversar com uma parente. Nesse momento, dois suspeitos começaram a atirar contra ele, de dentro do mangue.
Três disparos atingiram o jovem: um na perna, um na barriga, e outro no pescoço. “Um dos atiradores saiu do mangue e foi em direção a ele, que estava no chão, para conferir se ele estava vivo. Assim que chegou perto, uma pessoa gritou que ele era morador, então o suspeito se assustou e voltou correndo para o mangue”, contou um morador, que não quis se identificar.
Por isso, quem vive no bairro acredita que o auxiliar tenha sido baleado por engano. No momento dos tiros, a pracinha estava cheia de crianças e moradores, e o crime gerou pânico e correria. Familiares do jovem o colocaram no carro e levaram para o hospital.
Ele precisou passar por cirurgia, mas encontra-se em estado estável, internado no Hospital Estadual de Urgência e Emergência (HEUE).
Agora, o clima no bairro é de insegurança. “Isso não costuma acontecer por aqui. Eu estava deitada, pronta para dormir, quando ouvi os disparos. Foi muito tiro. A gente fica assustado”, desabafou uma moradora, sem se identificar.