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Coronavírus

Subsecretário pede que pessoas cumpram isolamento no feriado: “Não saiam de casa”

O subsecretário de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, pediu que as pessoas cumpram o isolamento social durante os quatro dias de feriado, que ...

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 O subsecretário de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin e o gerente estadual de Vigilância em Saúde, Orlei Cardoso (Foto: Divulgação/Sesa)

O subsecretário de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, pediu que as pessoas cumpram o isolamento social durante os quatro dias de feriado, que começa neste sábado (5), por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). A fala foi feita em coletiva de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde, na manhã desta sexta-feira (4).

“Que não seja um momento em que a gente possa naturalizar a doença, mas que a gente permaneça se resguardando. Se puder, fique em casa, principalmente aqueles do grupo de risco”, afirmou o subsecretário.

Luiz Carlos Reblin ainda destacou que tanto os donos de estabelecimentos permitidos a funcionar pelo governo durante a pandemia, quanto quem frequenta esses locais, sabem das regras impostas para combater a Covid-19. 

“Não tem escrito na testa de ninguém que aquela pessoa está contaminada, então vamos adotar todos os cuidados e aproveitar esse feriado para refletir que essa doença não acabou. Cabe a nós adotar as medidas para não nos contaminar, não contaminar o próximo, sua família, aquele que você ama tanto”, lembrou Reblin. 

Inquérito sorológico 

Na mesma coletiva, o subsecretário Luiz Carlos Reblin e o gerente estadual de Vigilância em Saúde, Orlei Cardoso, apresentaram o inquérito Sorológico de servidores dos hospitais da Sesa.

Foram coletados os exames de todos os profissionais e 6.139 foram analisados até agora, restando aproximadamente quatro mil. De acordo com Reblin, a análise desses exames restantes deve ser concluída até a próxima semana. 

Dos 6.139, 74% (4.557) não apresentou anticorpos para a Covid-19, enquanto 26% (1.582) apresentou. No entanto, isso não significa que o primeiro montante não teve contato com a doença. Apenas significa que a parte da imunidade que ativa a sorologia não foi ativada. 

Segundo Reblin, por causa disso, esse inquérito é mais complexo e esses dados ainda precisam ser comparados com os exames PCR feitos em cada profissional. “Precisamos checar se esses profissionais tiveram sintomas e, se não apresentaram sintomas, se fizeram o PCR”, afirmou.

Assista à coletiva na íntegra: 

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