
A estudante de Educação Física Yasmin Locateli, 22 anos, participou da atividade e contou sobre a sensação de estar nas alturas, já que pratica o esporte há cerca de um ano.
“Dá um pouco de medo, mas é divertido. Confiar nas bases é essencial. Quando acertamos a figura, ficamos muito felizes”.
Apesar de o esporte ser chamado de “cheerleading” (líderes de torcida, em inglês), a atividade é desvinculada de outras práticas e possui competições próprias.
Quem também entrou na aventura foram os gêmeos Pedro Fernandes Guimarães e Roni Fernandes Guimarães, 22, estudantes de Educação Física. Eles vieram de Governador Valadares (MG) passear e resolveram treinar acrobacias com os capixabas.
Para Pedro, o que começou como curiosidade, há dois anos, virou paixão. “O principal objetivo é desafiar e ver o que somos capazes de fazer com o nosso corpo e com as outras pessoas. Além disso, criar muitas amizades”, disse Pedro.

Para o universitário André Danilo Rodrigues, 22, o esporte exige disciplina. Ele contou que sofreu um pouco de preconceito por ser homem e líder de torcida.
“Muitas pessoas não sabem que o cheer (líder de torcida) foi um esporte iniciado por homens e, como os filmes, rotulam como uma ‘dança’ feminina. Há muito preconceito com o homem praticando”.
Para o estudante Robson Lorenzoni Júnior, 27, ser líder de torcida no Brasil é desafiador e incomum.
“A gente ainda sofre muito preconceito porque, além de as pessoas não enxergarem o cheer da forma que é, não o enxergam como um esporte de verdade”, disse.
Os universitários retiraram a máscara somente para as fotos.