O produto da cesta básica que ficou mais caro durante os meses da pandemia do novo coronavírus foi o óleo de soja. De acordo com boletim divulgado pela Secretaria da Fazenda (Sefaz) nesta segunda-feira (30), o produto teve uma alta de 70,1% entre março e outubro no Estado.
O óleo é seguido por arroz, com aumento de 62,6%, o feijão, com 38,4% e a batata, com 25,4%, como os produtos da cesta básica que ficaram mais caros.
O boletim ainda aponta que houve uma manutenção do aumento do número de empresas em setembro e outubro em relação ao mesmo período em 2019. O setor varejista também apresentou crescimento no mês de setembro e outubro.
Apesar das altas, o boletim aponta que, ao analisar o período da pandemia, os números de 2020 estão no mesmo patamar do que o registrado em 2019, como afirma o secretário de Estado da Fazenda, Rogelio Pegoretti.
“Ainda que os últimos meses tenham apresentado bons resultados, quando avaliamos todo o período da pandemia observamos que os números de 2020 encontram-se estáveis na comparação com 2019”, comenta o secretário.
