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Veja como será o plano de vacinação contra Covid no Estado

Mais de 1,1 milhão de pessoas dos grupos prioritários na imunização contra o novo coronavírus deverão ser vacinadas no Estado, de acordo com o Plano ...

Veja como será o plano de vacinação contra Covid no Estado
- Nas etapas anteriores, com menos voluntários, 100% dos participantes vacinados desenvolveram resposta celular e produziram anticorpos séricos neutralizantes com duas doses da vacina

Última atualização

Mais de 1,1 milhão de pessoas dos grupos prioritários na imunização contra o novo coronavírus deverão ser vacinadas no Estado, de acordo com o Plano Operacional da Estratégia de Vacinação contra a Covid-19 no Espírito Santo.

O documento foi divulgado no Diário Oficial, apesar de ainda não ter data definida para a campanha. A estratégia será dividida em três fases. Na primeira etapa, receberão as doses os profissionais da saúde. A estimativa é de que sejam vacinadas 271.788 pessoas.

Fazem parte desse grupo também pessoas de 75 anos ou mais, idosos institucionalizados (que estejam em asilos ou instituições psiquiátricas), população indígena, além de comunidades e povos tradicionais ribeirinhos.

A segunda fase contempla idosos de 60 a 74 anos. Nela, está previsto que 435.659 pessoas nessa faixa etária sejam vacinadas.

Já a terceira etapa da campanha será destinada a pessoas com comorbidades, como diabetes, hipertensão, obesidade e outras doenças graves.

Nessa fase, espera-se imunizar um total de 393.566 moradores do Espírito Santo.

O governador do Estado, Renato Casagrande, informou, nesta quarta-feira (30), durante pronunciamento semanal, que os primeiros lotes da vacina devem chegar em fevereiro. “O estado do Espírito Santo tem todo o necessário para recebê-las”, disse.


SAIBA MAIS
O plano Estadual de vacinação


Estratégia para conter a Covid

Público prioritário

  • O plano estadual de imunização contra a Covid-19, chamado de Plano Operacional da Estratégia de Vacinação contra a Covid-19 no Espírito Santo, define os públicos prioritários a serem imunizados contra a doença.
  • Ainda não há datas de quando a vacinação irá ocorrer.
  • o documento foi divulgado na última terça-feira, no Diário Oficial, e pretende imunizar mais de 1,1 milhão de pessoas no Estado.
  • O plano será dividido em três fases, com diferentes públicos prioritários. A primeira terá como público-alvo os profissionais da saúde. Devem ser vacinadas 271.788 pessoas.
  • Fazem parte desse grupo ainda pessoas de 75 anos ou mais, idosos institucionalizados (que estejam em asilos ou instituições psiquiátricas), população indígena (com idade maior ou igual a 18 anos e que seja atendida pelo Subsistema de Atenção à Saúde Indígena), povos e comunidades tradicionais ribeirinhas.
  • A segunda fase contempla pessoas de 60 a 74 anos. Nela, está previsto que 435.659 pessoas nessa faixa etária sejam vacinadas.
  • a terceira etapa da campanha será destinada a pessoas com comorbidades, como diabetes, hipertensão arterial grave, obesidade e câncer. Espera-se imunizar nesta fase 393.566 pessoas.

Pré-campanha

  • Planejar e organizar as ações da campanha de vacinação.
  • Estimular que os municípios organizem os serviços de saúde e as ações de vacinação por meio do agendamento remoto (via web ou contato telefônico) com o público prioritário em cada fase.
  • Acompanhar o estabelecido pelo Ministério da Saúde do público-alvo a ser vacinado e da meta de imunização a ser atingida.
  • finalizar o processo de compra de insumos (seringas e agulhas).
  • Adequar equipe para recebimento, análise e resposta às notificações de eventos adversos específicos.
  • Elaborar um cronograma de entrega de vacinas.

Segunda fase: campanha

  • No primeiro momento da campanha, haverá atendimento ao grupo prioritário por agendamento, on-line ou telefônico, estendendo para a clientela institucionalizada.
  • Reforçar, junto aos gestores e profissionais envolvidos na campanha, as orientações quanto à sala de vacina. Uma delas é manter as salas abertas durante todo o horário de funcionamento da unidade e fechá-las por último, sempre que possível.
  • Implementar os meios de divulgação que serão utilizados para divulgação da campanha.
  • Desmistificar qualquer informação inverídica sobre imunização, enfatizando segurança e benefícios.
  • Abrir postos temporários, como em escolas, igrejas e centros comunitários, para evitar que idosos circulem nos centros de saúde.
  • Realizar a vacinação em espaços ao ar livre, como parques e academias da saúde.
  • Avaliar a possibilidade de vacinação domiciliar, combinando previamente com a comunidade e definindo o percurso no território com prioridade para os idosos acamados e com critério de fragilidade.
  • Organizar a campanha na unidade de saúde para definir o local específico para vacinação do idoso e demais públicos-alvo.
  • Ampliar o número de funcionários responsáveis pela vacinação.

Terceira fase: pós-campanha

  • Reforçar, junto às regionais e municípios, o registro adequado dos dados no sistema de informação vigente para a manutenção de alta cobertura vacinal da população.
  • Fortalecer a realização de busca ativa, a fim de identificar os que não foram vacinados e encaminhá-los para a vacinação. Em alguns casos, quando for indicada, a imunização pode ser feita em casa.
  • Enfatizar a importância da vigilância dos eventos adversos pós-vacinação, criando e estabelecendo uma maneira de acompanhá-los e monitorá-los, para que possam ser avaliados juntamente com as equipes de vigilância em saúde.

Vacinação

  • Apesar de o governo federal ainda não ter apresentado um calendário completo sobre a vacina, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) do Espírito Santo já está nos preparativos para a imunização.
  • A Secretaria informou que já se antecipou na compra das seringas.
  • O órgão informou que, caso ocorra uma ruptura no Plano Nacional de Imunização, tem articulado algumas estratégias com governadores e prefeitos, para construir alternativas para a aquisição de vacinas.
  • O objetivo do órgão é incrementar a oferta do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e garantir vacinação para os grupos prioritários.

Fonte: Governo do Estado e Secretaria de Estado da Saúde (Sesa).
 

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