
Desde 2009 que os ocupantes das três cabines julgadoras eram provenientes de outros estados – o que vinha causando insatisfação entre dirigentes de agremiações.
Presidente da Liga Independente das Escolas de Samba do Grupo Especial (Liesge), Edvaldo Teixeira explicou que a novidade foi aceita por todos os presidentes e que a mudança valerá, inicialmente, apenas para as escolas que desfilarão no Grupo Especial, no dia 23 de fevereiro.
Ou seja, serão julgadas assim Mocidade Unida da Glória, Independentes de Boa Vista, Unidos de Jucutuquara, Unidos da Piedade, Pega no Samba, Imperatriz do Forte e Novo Império.
“Parte-se do princípio que jurados do Espírito Santo conhecem mais a nossa realidade cultural e também financeira. Sabem o que as escolas de samba passam e então devem fazer um julgamento mais realista às nossas condições”, explicou Edvaldo.
Questionado pela reportagem em como deverá ser a escolha, para evitar que haja alguma ligação de jurados com integrantes de alguma das escolas de samba, ele disse que vai trabalhar com o diretor de Carnaval da Liesge, Silvio Marques, para fazer um pente-fino.
“Para isso, estamos conversando com pessoas especializadas, em universidades e escolas de música, por exemplo”, contou.
Neste ano, serão 27 jurados avaliando nove quesitos como bateria, harmonia, comissão de frente e alegorias e adereços.
Leia a reportagem completa no jornal A Tribuna desta quarta-feira (23).