
Segundo o secretário, a tragédia de Brumadinho “se diferencia muito da de Mariana” e não apresenta um quadro preocupante quanto ao risco de rompimentos de outras barragens na região.
A declaração foi dada ao término da primeira reunião do Ministério de Minas e Energia, com dirigentes da Vale, mineradora responsável pela barragem na mina do Córrego do Feijão, que rompeu na última sexta-feira (25), em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte.
Alexandre Vidigal reconheceu que pode haver vulnerabilidades em outras barragens, mas que seria “irresponsável” indicá-las sem um rigoroso exame. “Mas também pode não haver. Temos evidências de que o sistema existente funcionava.”
Ele disse que eventuais inconsistências entre dados levantados pelos órgãos públicos e a Vale deverão ser estudados.
Ao defender “uma política de transparência”, Alexandre Vidigal informou que o governo realizará uma série de reuniões para esclarecer o que de fato ocorreu, inclusive com empreendedores do ramo da mineração. “Precisamos nos tornar, nesse momento, parceiros e evitar futuras tragédias”, argumentou.
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