
O carioca ficou com a segunda posição, com o tempo de 51s65.
Um pouco antes, o mineiro Claudiney Batista havia sagrado-se campeão do lançamento de disco F56, com uma marca de 43,55m.
Entre os melhores do mundo
Há pelo menos oito anos, o capixaba Daniel Mendes da Silva corre na frente no pelotão dos melhores do mundo. E não foi diferente nesta segunda.
Atual vice-líder do ranking mundial dos 400m rasos da categoria T11, o corredor, nascido em Nova Venécia, é um dos veteranos da delegação brasileira na competição.
Daniel participa de seu terceiro Parapan. Que pode, também, ser o seu último, apesar de evitar dar prazos para a aposentadoria. Comprometido com o ciclo para os Jogos Paralímpicos de Tóquio, no ano que vem, ele admite que irá analisar se seguirá nas pistas após a participação na Paralimpíada de 2020.
“Ainda não penso em parar! Só vou parar para pensar depois de Tóquio, que é quando vou sentar com meu treinador e com minha equipe, ver se minha marca dá para continuar seguindo em alto rendimento. E, se eu continuar com a mesma vontade que estou, vou até onde der”, avisou o corredor.
No currículo, são 15 anos de carreira e conquistas de tamanho imensurável. Em Paralimpíadas, além da medalha conquistada nesta noite, tem um ouro, no revezamento 4x100m rasos, na Rio/2016, uma prata (Londres/2012) e um bronze (Rio/2016), ambas nos 200m rasos. Também já foi campeão mundial nos 400m rasos na França, em 2013.