
Desde 2016, o general enfrenta uma doença neuromotora degenerativa que ataca os músculos e o fez perder os movimentos de forma acelerada. Sob o risco de perder a fala, Villas Bôas já pratica outras formas de se comunicar através de novas tecnologias, como aparelhos hand-free – que permite mover e clicar o mouse com a boca. O general também se adaptou a outros dois produtos, que utilizam os movimentos da boca e dos olhos para receber comandos.
A superação de obstáculos da doença neuromotora fizeram com que o general Villas Bôas decidisse abrir um instituto com ajuda da filha para divulgar, promover e auxiliar pessoas com doenças degenerativas a terem acesso à novas tecnologias.
O general defende, inclusive, a legalização do canabidiol – medicamento à base de maconha – para efeito medicinal, e vê como uma hipocrisia social a dificuldade para obter o medicamento no Brasil.
Respeitado por militares, pela sociedade civil e classe jurídica, Villas Bôas fala abertamente sobre as consequências da depressão, doença que o assola desde 2001. E comenta que, hoje, está muito bem.
Veja a entrevista do General ao SBT