
É o que diz o Código Brasileira de Justiça Desportiva (CBJD), no artigo 254-B. “suspensão de seis a doze partidas, provas ou equivalentes, se praticada por atleta, mesmo se suplente, treinador, médico ou membro da comissão técnica”, diz o trecho do documento. A punição, no cenário de Deyverson, se aplicaria apenas para jogos do Campeonato Paulista.
O último caso mais famoso envolvendo cusparada aconteceu em 2017, com o atacante Kléber Gladiador. O ex-palmeirense, na ocasião, defendia o Coritiba quando cuspiu em Edson, ex-volante do Bahia. A Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) aplicou nove jogos de suspensão para Kléber, que ainda pegou mais seis partidas de gancho por ter agredido Zé Rafael.
Os procuradores justificaram a punição pelo fato de Kléber ser reincidente. E essa é justamente a situação de Deyverson, que no ano passado foi julgado pelo STJD por ter dado cotovelada no lateral chileno Eugenio Mena, do Bahia.
Deyverson passa a correr o risco de longa suspensão no Paulistão bem quando o Palmeiras tem apenas uma vaga a mais para preencher na lista de inscritos. Ainda estão fora da relação os atacantes recém-contratados Ricardo Goulart, que ainda pode precisar de mais tempo para entrar em forma, e Arthur Cabral. A entrada de um deles pode ser acelerada.
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