Um ano antes do rompimento da barragem B1, na mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), a Vale teria proposto que a consultoria responsável pelo cálculo do fator de segurança mudasse seus parâmetros. A empresa Potamos teria sido afastada ao negar a proposta, de acordo com o que a engenheira civil da Potamos Maria Regina Moretti relatou à CPI da Assembleia Legislativa de Minas, na quinta-feira (25).
Moretti disse que a mineradora questionava o cálculo que definiu o fator em 1,09. Segundo padrões internacionais, estrutura considerada segura tem fator igual ou maior a 1,3.