Formada em Vitória no início dos anos 1990, a banda Dead Fish, hoje um dos nomes mais importantes do underground nacional, escolheu o Espírito Santo para mostrar, em primeira mão, as novidades de seu novo e oitavo disco “Ponto Cego”, o primeiro de inéditas desde “Vitória” (2015).
O grupo se apresenta neste sábado (27), a partir das 22 horas, no Correria Musica Bar, na Praia de Itaparica, e promete tocar não só o single “Sem Remédio”, que é uma clara crítica ao capitalismo moderno e à relação da sociedade com o trabalho, como também outras canções do projeto inédito.
“Será a primeira cidade que faremos algo do novo disco. Devemos apresentar dois ou três sons novos, e fazer um set mais embasado nos três últimos álbuns”, explica Rodrigo Lima, vocalista da banda.
O grupo, que desembarca no Estado com um integrante a menos, já que o baixista Alyand Barbosa deixou a banda em dezembro devido a problemas de saúde, sobe ao palco para cantar sucessos como “Tão Iguais”, “Zero e Um”, “Você”, “Sonho Médio” e “Queda Livre”.
A noite de música no Correria ainda vai contar com a presença do Braza, projeto formado por ex-integrantes do Forfun, que encerrou as atividades em 2014. O quarteto faz show com os sucessos “Segue o Baile” e “Ela Me Chamou Para Dançar Um Ragga”, e músicas do novo EP, “Liquidificador”. Com uma mistura de ritmos, o trabalho traz canções como “Sob o Céu” e “Chama”.
O Braza também vai se apresentar no show de lançamento do novo disco do Dead Fish, marcado para dia 15 de junho na Audio Eventos, em São Paulo.
Confira a entrevista com Rodrigo Lima, vocalista do Dead Fish:
Como é retornar aos palcos do Espírito Santo? Tem um gostinho especial?
Tocar em casa é sempre especial. Vários amigos, e público quente como sempre foi. As pessoas do Espírito Santo sabem da nossa trajetória mais que em outros lugares. Vai ser maneiraço!
Dessa vez, virão acompanhados da banda Braza, que também toca no show de lançamento do novo disco de vocês. São grandes parceiros?
Temos ideias parecidas sobre nossa vida no Brasil. Conheço os caras desde que eram uns gurizinhos no Forfun. O Vitor vivia em Vila Velha! Se ainda não são grandes parceiros de palco, vão se tornar!
O que o público pode esperar do novo disco, “Ponto Cego”, e qual o motivo da escolha desse nome?
“Ponto Cego” é um disco conceitual, foi construído em cima de uma ideia nossa e do Alvaro Dutra, que é a vida do cidadão médio, a vida em condomínio. O álbum inteiro se conecta com essa ideia e com o título, sendo que não existe nenhuma música com esse título “Ponto Cego”.
Serviço
O que: Braza (RJ) e Dead Fish
Quando: Próximo sábado, dia 27 de abril, 22h
Onde: Correria Music Bar (Av. Estudante José Júlio de Souza, 740, Praia de Itaparica, Vila Velha)
Ingressos (3º lote/meia): R$ 55,00
Venda: Carneiro Instrumentos Musicais (centro de Cariacica, e shoppings Praia da Costa e Mestre Álvaro), Orbita Rock (Glória), Correria, Loja Kawaii Cult (Shopping Boulevard da Praia) e www.sympla.com.br
Clas.: 18 anos
Inf.: 98116-3325
