Galerias da Assembleia lotadas e a vinda de ônibus com membros da tropa da PM do interior para acompanhar duas sessões na Casa. É o que prometem as associações de policiais e bombeiros militares para barrar o pedido de urgência na tramitação dos projetos de lei complementar que alteram as regras para a promoção de praças e oficiais das forças militares do Estado.
“Foi uma grande vitória nesta terça-feira das associações junto aos deputados não ter a urgência votada. Vamos pressionar ainda mais porque o projeto, da forma como foi encaminhado, vai contra o discurso de valorização dos militares”, disse o presidente da Associação de Cabos e Soldados (ACS), Cabo Jackson Eugênio.
À frente da Associação de Subtenentes e Sargentos (Asses), o capitão Neucimar Amorim elencou as principais discordâncias. “O impedimento de promoção para quem está sub judice, tempo de interstício de dois anos em um posto para promoção e recomposição gradativa de apenas 220 das 348 vagas de oficiais administrativos cortadas em 2017”.
Confira a reportagem completa no jornal A Tribuna desta quarta-feira (24).
