
Três gols, de três maneiras diferentes. E um passe para o gol do Luciano. Pena que a realidade do futebol brasileiro não permite que os jovens talentos tenham tempo para marcar época primeiro aqui, antes de vestirem as camisas das equipes do exterior.
No caso do Fluminense, especificamente, os últimos anos deixaram a torcida órfã de vários jovens que poderiam ter virado ídolos. Gerson, Kennedy, Marlon, Richarlison e Scarpa, por exemplo. Pedro ainda está no clube, mas a diretoria deixa a impressão de que por pouco tempo. Talvez, pouquíssimo, já que a janela de transferências internacionais abre no meio do ano.
A venda dos “moleques de Xerém” é praticamente a única fonte de receita do clube, o que impede a torcida de sonhar com os meninos fazendo história com a camisa tricolor.
Pelo que já mostrou, João Pedro saiu barato. Praticamente de graça. Apenas 17 anos de idade, capacidade incrível de finalização, boa visão de jogo e personalidade para não tremer em momentos e jogos difíceis.
Quem será o próximo? E que a próxima diretoria do Fluminense — que tem eleição presidencial no dia 8 de junho — aprenda, no mínino, a vender bem as suas joias.
Nosso nível
