
Um lavador de carros, 21, sobrinho de Maria, disse que presenciou o crime. Além dele, Liliene Rosa dos Santos Pinheiro da Conceição, 37, irmã da vítima, e outro sobrinho dela viram o assassinato.
O acusado chegou em um Agile vermelho. Familiares acreditam que ele estava com um motorista de aplicativo, que teria ido embora assim que escutou os disparos.
“Quando ele chegou, não estava com a arma na mão ainda. Minha tia estava entrando no carro e ele puxou ela. Ele a arrastou pela rua e sacou a arma. Nós pedimos que ele não fizesse nada com ela”, disse o lavador de carros.

A vítima foi atingida com dois tiros no rosto, dois nas nádegas e um na mão. Familiares de Maria afirmaram que o criminoso não aceitava o fim do relacionamento, que ocorreu quando ele foi preso, há cerca de quatro anos.
Ele saiu da cadeia há dois meses e tentava reatar o casamento. O casal tinha dois filhos, de 9 e 14 anos.
Mais informações serão passadas delegado-geral da Polícia Civil, José Darcy Arruda, em coletiva de imprensa às 14h30.