
Concessionários Ford de todo o País vão receber a partir de agosto a linha 2020 da Ranger. De novidade, o modelo produzido na Argentina – ele passa agora por seu segundo facelift – traz visual europeu, mudanças na motorização e equipamentos inéditos na categoria.
Como já era esperado, a marca manteve apenas as versões com motorização turbodiesel (2.2 e 3.2) e voltou a oferecer a opção XL 2.2 para frotas com carroceria chassi, cabine simples e dupla, sempre com câmbio manual de seis marchas.
Segundo a Ford, a decisão de deixar de oferecer as versões 2.5 flex se deve ao aumento expressivo das vendas das caminhonetes diesel no Brasil. O segmento de picapes médias hoje é dominado em 92% por versões diesel.
As motorizações são as conhecidas 2.2 turbodiesel (160 cv e 39,3 kgfm) com câmbio manual de 6 marchas ou automático de 6 velocidades com tração 4×2 ou 4×4 (com reduzida e bloqueio de diferencial) e 3.2 turbodiesel de 5 cilindros com 200 cv e 47,9 kgfm com câmbio automático de 6 marchas e tração 4×4.
Em termos de conteúdo, a Ranger vendida por aqui incrementa o bom pacote de tecnologias de assistência ao motorista.
Já equipada de série com piloto automático adaptativo e sistema de permanência em faixa, a versão Limited incorpora a frenagem autônoma de emergência com detecção de pedestres, monitoramento de pressão individual dos pneus e sistema de reconhecimento de sinais de trânsito.
A suspensão da Ranger, por sua vez, ganhou melhorias para deixar a picape mais confortável, e o câmbio automático passou por pequenas mudanças para agilizar as retomadas de velocidade.
Além disso, a tampa da caçamba agora conta com um sistema de molas, que absorve o impacto da abertura e a deixa mais leve de ser operada até mesmo com apenas uma mão.
A melhor notícia para o consumidor, porém, é que todo esse “upgrade” chega sem nenhum aumento de preço.
Todas as versões da Ranger têm cinco anos de garantia (contra a cobertura de três anos das principais concorrentes). Ao todo, modelo está disponível em sete cores.