
Após investigação da Delegacia Especializada de Proteção à Pessoa (DHPP) de Vila Velha, a Polícia concluiu que o caseiro Otelino Pereira Filho, também conhecido como “Alemão” teria cometido o crime e escondido o corpo. Otelino cuidava de um sítio onde havia uma plantação de maconha, que era comercializada por Marcos na região.
Em coletiva concedida na tarde desta segunda-feira (09), o delegado adjunto da DHPP Alan de Andrade, Marcos não atuava como motorista de aplicativo, profissão divulgada pela família e amigos para gerar comoção por sua busca após três dias de desaparecimento.
A morte de Marcos teria sido motivada pela distribuição dos recursos obtidos com a venda das drogas. Otelino, que também utilizava um nome falso de Marcelo Pereira Duarte, só recebia R$ 1 mil por mês para cuidar do sítio e das drogas, enquanto Marcos ficava com a maior parte.
No sítio, os dois cultivavam uma maconha mais cara, conhecida como Skunk, trazida de Rio das Ostras, no interior do Rio de Janeiro.
Contra Otelino, a Polícia descobriu dois mandados de prisão em aberto. Já contra Marcelo Pereira Duarte, nome falso de Otelino, um outro mandado de prisão. Ele foi levado para o Centro de Triagem de Viana, onde permanece preso.