O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) negou, na tarde desta terça-feira (9), o pedido do Vitória para anular a partida de volta contra o Ituano/SP, disputada no último sábado (6), no estádio Novelli Junior, em Itu (SP), válida pelas oitavas de final da Série D do Campeonato Brasileiro. Assim, o placar de 2 a 1 em favor dos donos da casa está mantido e o alvianil está eliminado da competição.
O motivo da ação foi a marcação de um pênalti a favor do Ituano, que resultou no segundo gol da equipe paulista e decretou o fim do sonho do acesso do clube capixaba à Terceirona.
A partida foi estava empatada em 1 a 1 até os 21 minutos do segundo tempo, quando aconteceu o lance polêmico. O atacante Claudinho, do Ituano, chutou e a bola acertou o braço do lateral-direito Cássio, que estava fora da área. Porém, o árbitro baiano Diego Pombo Lopez marcou pênalti para o Ituano.
Após dois minutos de discussão e protestos dos jogadores do Vitória, Claudinho converteu o pênalti, virando o jogo para o time paulista.
No entanto, o presidente do STJD, Paulo César Salomão Filho, entendeu que não houve erro de direito na marcação feita pelo juiz, como o Vitória havia alegado no recurso. Por essa razão, foi negado o pedido e determinado o arquivamento do caso.
O presidente do Vitória, Ademar Rocha, disse que a decisão ainda cabe recurso, mas o clube não vai recorrer. “Não vale a pena. O campeonato está armado para o Ituano. Não tem jeito”, esbravejou ele.
