
Diego cumpria, ontem, uma de suas piores partidas pelo Flamengo. Como Berrío, que geralmente não joga bem.
Num lance, cada um a seu tempo, os dois foram os responsáveis pelo gol que pôs os rubro-negros na final da Copa do Brasil, contra o Cruzeiro.
A situação resgata aquela velha pergunta: craque, quando está mal, deve ser sacado? Ou é melhor deixá-lo em campo para, quem sabe, decidir a partida num lance? Explicando: craque me refiro a Diego. Berrio é, quando muito, bom jogador.
Rueda mostrou competência na escalação. O jogo foi ruim de se ver, mas o importante não era dar exibição e ser eliminado. Era conseguir a classificação e, se possível, exibir bom futebol.
O Botafogo é um time difícil de ser batido. Joga fechadinho e nos contra-ataques. Rueda armou o Flamengo basicamente como o adversário. Não podia deixar espaços pelas laterais.
Bruno Silva, um dos destaque alvinegros, faz jogadas perigosas pela direita. Quando pega uma “avenida” como a Trauco, então, é um desespero para a defesa.
O Flamengo saiu-se bem nesse teste. Talvez, tenha sido até mesmo um jogo mais difícil que contra o Cruzeiro. A conferir.
