O movimento antivacina tem crescido principalmente entre pais europeus e norte-americanos, que estão deixando de vacinar seus filhos, contribuindo para o aumento da incidência de doenças passíveis de prevenção pela imunização vacinal. No Brasil, o movimento ainda é minoritário, mas já preocupa os médicos.
“Vacinação é vital. E, além disso, faz com que o nosso sistema imunológico adquira resistência contra as doenças, sem falar que, sem a vacinação, muitas doenças praticamente erradicadas correm o risco de voltar de forma epidêmica”, alerta a pediatra Junny Ribeiro.
A médica reforça que o Brasil tem um dos mais reconhecidos programas públicos de vacinação do mundo, com os principais imunizantes disponíveis a todos gratuitamente e que possíveis efeitos colaterais são infinitamente menores do que o benefício que proporcionam.
“A estratégia preventiva é essencial para a saúde coletiva, já que a proteção em grande escala é um dos instrumentos mais eficazes contra surtos e epidemias”, avalia.
A infectologista Martina Zanotti também defende a vacinação. Ela escreveu uma coluna publicada em junho no Tribuna Online. Clique aqui para ler.