De um lado do esquema, garotas de programa. Do outro, cafetões, cafetinas, donos de boates de striptease, imobiliárias, corretores e locatários. A ligação entre eles: o “imposto do sexo”. Na Grande Vitória, programas sexuais são tarifados a partir de 20% para que a rede de exploração sexual possa funcionar, segundo a polícia.
Numa casa de prostituição em Parque Residencial Laranjeiras, na Serra, uma intermediária cede um imóvel de quatro cômodos por R$ 2 mil a cada quatro meses.
Assim, as garotas que fazem programa buscam novas companheiras para conseguir dividir a taxação sobre cada “trabalho” realizado diariamente.
“Do que eu ganho, 30% vai para a intermediária do bordel. E ela vem buscar o dinheiro pessoalmente”, conta uma garota de programa de 24 anos, que frequenta o espaço desde março deste ano.
A reportagem completa você lê na edição desta segunda-feira (27) do jornal A Tribuna.
Reportagem: Lucas Rezende