
Parentes contaram que Claudiceu atua na área de marmoraria no sul da Bahia e é capixaba. Já a mulher dele, Mari é da Bahia e a filha do casal nasceu na Bahia. Ele levou a família para visitar a mãe em Baixo Gandu e o próximo passo seria visitar o tio, em Cariacica.
Eles pegaram estrada e na Serra, decidiram parar já que estava chovendo muito. E escolheram o motel para poder pernoitar.
Os familiares também chegaram a dizer que durante a viagem Claudiceu iria comprar material do ramo em que atua. Um dos parentes, que apenas afirmou ser tio de Claudiceu, disse que ele costuma vir ao Estado com uma frequência de três em três meses, a trabalho. Ele que receberia a família em Cariacica.
Os parentes explicaram que após a morte da criança foram informados por ligações sobre a situação e vieram em apoio ao casal.
No início da tarde, um advogado foi até a delegacia e acompanhou os depoimentos do casal. O delegado adjunto da DHPM, Victor Barçante é quem colhia os depoimentos.
Até o início da tarde ninguém da família havia liberado o corpo da menina no Departamento Médico Legal (DML), em Vitória. Os familiares não sabem ainda se o enterro da menina será aqui no Estado ou na Bahia.
Reportagem de Taís de Hollanda