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Mãe e filho são presos acusados de traficar drogas pelos Correios

Foto: Rafael Louzada Uma mulher de 42 anos e o filho dela, de 26, foram presos em flagrante por tráfico de drogas na tarde desta quarta-feira (26), ...

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Mãe e filho presos por tráfico de drogas pelos Correios Foto: Rafael Louzada

Uma mulher de 42 anos e o filho dela, de 26, foram presos em flagrante por tráfico de drogas na tarde desta quarta-feira (26), no bairro Jardim Carapina, na Serra. Mãe e filho contavam com a ajuda de uma funcionária de uma agência dos Correios, que também foi presa.

Durante as investigações, a Polícia Civil descobriu que o estudante de educação física R. C. D. S. L utilizava uma caixa postal em nome da mãe para receber entorpecentes e que uma grande remessa chegaria para ele pelos Correios.

Os policiais da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (Deten) realizaram diligências e constataram a existência de uma caixa postal registrada em nome de A. N. D. S, na agência dos Correios de Goiabeiras, em Vitória. A equipe montou uma campana no local, mas ninguém apareceu para retirar a encomenda.

Os policiais foram até o trabalho da mulher, que foi conduzida até a agência dos correios onde abriu a encomenda. No pacote, foram encontradas duas cartelas com 20 comprimidos cada do medicamento ‘Pramil’ (para impotência sexual), de origem paraguaia.

Em seguida, foi realizada diligência na residência do universitário, onde foram apreendidos 175 pontos de LSD, divididos em 7 cartelas, além de uma balança de precisão e três ampolas de anabolizantes.

O jovem disse aos policiais que tinha um ‘contato’ dentro da agência dos Correios. Ele contou que, na manhã desta quarta-feira, MVM, de 27 anos, abriu a encomenda destinada à sua mãe, retirou as cartelas de LSD e colocou no lugar cartelas do remédio ‘Pramil’. O acusado contou ainda que se utilizava deste procedimento com o objetivo de enganar a polícia e se livrar de um eventual flagrante.

Após obter essa informação, a equipe voltou à agência dos Correios e deu voz de prisão à funcionária. “Ele sabia que estava sendo investigado e, por isso, aliciou uma amiga para ela fazer a troca e ela violou a correspondência. Ele achou que não teria problema em colocar o ‘Viagra’ no lugar do LSD, mas o remédio era do Paraguai, não é registrado pela Anvisa. Então, ele vai responder por mais um artigo, que é o 247”, disse o delegado Augusto Giorno.

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