
Uma tragédia marcou a família da pequena Rachel Rodrigues Novaes Soares, de apenas 7 anos. A menina morreu neste domingo (16) afogada em um hotel em Balneário Camburiú, em Santa Catarina, depois que o seu cabelo ficou preso no sistema de sucção da piscina infantil. De acordo com a polícia, o sistema não contava com um dispositivo que age em caso de emergência.
O afogamento aconteceu na piscina infantil, que tem 60 centímetros de profundidade. O cabelo da menina ficou preso na entrada de aspiração do filtro da piscina, que fica na área de lazer do Sanfelice Hotel, no Centro da cidade. Rachel, que estava com a família do Guarujá (SP), passaria as férias na

cidade catarinense.
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Segundo a Polícia Civil, a menina ficou cerca de seis minutos debaixo d’água, até ser avistada por banhistas e então ser socorrida. Um guarda-vidas chegou a prestar os primeiros socorros, mas ela não resistiu e morreu.
O responsável pelo hotel pode responder por homicídio culposo, uma vez o estabelecimento não instalou o sistema de sucção, previsto em uma lei estadual. O advogado do hotel, entretanto, alegou que não houve irregularidade uma vez que a menina estava acompanhada da mãe e a piscina é infantil.
Weslei Radavelli, com informações de agências