
O número de casos de chikungunya mais que dobrou neste ano, em comparação com o ano passado. Em 2016, foram 492 casos notificados. Já neste ano, foram 1.118, entre 1º de janeiro e o último dia 15.
O coordenador do Programa Estadual de Combate às Arboviroses (doenças transmitidas por insetos) Roberto Laperriere explicou que um dos motivos para o aumento é o fato de toda a população estar suscetível ao vírus, que é novo no Estado.
Além disso, acrescentou que com o passar do tempo, mais pessoas adquiriram a doença. Como o mosquito se contamina picando o paciente infectado, maior é a chance de ele se infectar e transmitir a doença. “Devido a esses fatores, já era esperado o aumento do número de casos”, avaliou.
Segundo Laperriere, no Espirito Santo há apenas um sorotipo circulando e a mesma pessoa não se contamina com ele mais de uma vez.
De acordo com o Ministério da Saúde, entre os principais sintomas da doença estão febre alta de início rápido, dores intensas nas articulações dos pés e mãos, além de dedos, tornozelos e pulsos.
Combate
O combate à doença é feito a partir do combate ao vetor, que é o Aedes aegypti, com medidas, como: tirar água dos pratos de plantas; colocar garrafas vazias de cabeça para baixo e tampar tonéis.
A reportagem completa você lê na edição desta terça-feira (25) do jornal A Tribuna.