
Um mês após a tragédia que deixou 23 mortos no km 343,2 da BR 101, em Guarapari, sobreviventes e familiares se reuniram no mesmo local neste sábado (22) para uma missa em homenagem às vítimas do acidente. A celebração começou às 9 horas.
Segundo o padre Sandro Firmino Barbosa, pároco da paróquia São José, no município, as orações são pelos que morreram, pelos que sobreviveram e pelas famílias.
“Nós vamos rezar pela ressurreição dos que partiram e pela ação de graças daqueles que ficaram vivos”, disse o padre.
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A tragédia

O acidente que aconteceu no dia 22 de junho deste ano é considerado a maior tragédia rodoviária da história do Estado. A colisão que aconteceu no quilômetro 343,2, da BR-101, em Guarapari, resultou na morte de 23 pessoas e deixou outras 21 feridas.
Os veículos envolvidos no acidente foram uma carreta, que transportava uma pedra de granito, um ônibus de viagem e duas ambulâncias.
Segundo levantamento realizado pela equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) após a tragédia, a carreta já havia sido multada 35 vezes e se envolvido em outros acidentes.
Além disso, a PRF constatou que, no momento da colisão com o ônibus da empresa Águia Branca, a carreta da Jamarle Transportes Ltda, que saiu de Baixo Guandu e seguia para Cachoeiro, transportava uma pedra de granito de 41 toneladas, 11 a mais que o permitido.