
Rosângela morreu em 28 de janeiro deste ano de choque séptico, segundo Certidão de Óbito registrado na cidade, e foi sepultada no dia seguinte.
A suspeita começou depois que vizinhos ouviram gritos e gemidos vindos do cemitério. As suspeitas ficaram ainda mais evidentes na última sexta-feira (09), depois que a família arrombou o túmulo onde estava o corpo de Rosângela e encontraram seu corpo revirado no caixão, com ferimentos nas mãos e na testa.
A família acredita que Rosângela foi sepultada viva após um erro médico apontar a sua morte e, as marcas nas mãos indicam que ela tentou sair do caixão.
“Até aqueles preguinhos que estavam em cima estavam soltos. A mãozinha tava ferida, como quem estava arrumando assim… arrumando o caixão para sair”, disse Germana de Almeida, mãe de Rosângela.
A Polícia Civil informou que, diante deste caso, um delegado solicitará um novo exame de necropsia. Dependendo do laudo do legista, o delegado poderá responsabilizar o médico que assinou o atestado. O corpo de Rosângela foi levado para o Instituto Médico Legal da região.