A Justiça negou, nessa quinta-feira (19), os pedidos de habeas corpus e manteve a prisão temporária de Dionathas Alves Vieira e Bruno Rodrigues, acusados de participação no assassinato da médica Milena Gottardi.
A defesa alegou que Dionathas e Bruno não foram comunicados sobre seus direitos constitucionais de ficarem calados e de terem advogado. Também havia sido pedida a revogação da prisão preventiva.
